E uma vez mais o vazio e a urgência me incomodam...
Tudo que você precisa saber, mais que até o momento não era importante. Tudo que você precisa ler, mais que não trará benefício nenhum a sua vida.
sábado, 28 de novembro de 2009
Sem título Nº 654654654657...
E uma vez mais o vazio e a urgência me incomodam...
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Poesia em festim!
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Em um sonho...
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
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quarta-feira, 2 de setembro de 2009
"Cheio de vazios que transbordam meus sentidos pelo meio"
Desnecessariamente eu sinto coisas absurdas que eu não gostaria de sentir...
O que é essa inércia e aparente dependência que retornam?...
“Às vezes penso que foi o certo, a melhor decisão a se tomar, eu queria seu corpo, seu toque, seu cheiro, sua pele, seu olhar bobo e suas piadas nem tão engraçadas. Eu ainda quero! Sim! Com toda ou maior intensidade que antes... mas revendo as fotos, o simples fato de existir um algo antes me atormenta. O fantasma dela me persegue, me assombra, sinto o sofrimento e a tristeza dela pulsarem dentro de mim. Ou seria delas?
Não sei distinguir aquilo que sinto no momento.
Calo-me. Relembro que certa vez senti uma ternura tão profunda ao rever aquela foto. A foto de vocês, juntos, amantes, amigos, abraçados, sorrindo. Felizes! Ou não? Mentira? Da sua parte, não sei... Mas da minha parte?...
Relembro que pensei ao olhar: “- eles formam um casal muito bonito, enfim.” E meu corpo intumesceu de ternura eufórica. Acredite ou não. Eu fui feliz em todo o momento longe de você. Até nos momentos que a tristeza me dominava por sentir a sua falta eu era feliz! Creio que seja porque eu tinha meu sofrimento em minhas mãos, logo, não haveria aflições externas. A dor sentida quando alguém que amamos nos machuca é bem maior que a dor que causamos em nós mesmos.
Eu consigo muito bem viver sem você! – verdade – Mas acontece que pra mim não tem sentido idealizar uma vida com outra pessoa... Você nasceu pra caber nos meus braços. Foi desse encaixe perfeito que eu senti falta. Acho que é mais ou menos isso que chamam de amor. Sabia. Ainda o sei: Eu queria você! Eu quero você... Alegremente. Tristemente. Penso repenso e me lembro que em alguns minutos atrás, em poucos instantes me peguei lendo recados que foram mandados por você, que pairaram diretamente no coração dela. Aquela a quem você disse amar com tanta devoção. Aquela que você dizia que amava a cada vez mais. Porque mentir? Pra ela ou pra mim? –Dúvidas.
Mentiste pra mim uma vez. Ou mais... Prefiro acreditar no que me disseste há uns dias atrás do que me manter no benefício da dúvida. Mas o que sinto constante e incessantemente e que você não é pra mim. Mas por quê? Simplesmente tenho medo de criar planos. Tantos planos... E novamente acabar sem uma perna, um braço ou tendo que me implantar um coração por ter lhe entregado o meu. Não confio.
No que o futuro me reserva, tenho que confiar? Um telefonema, dinheiro, casa, carro, amores, o amor de um só alguém, você, seu amor – por você – por mim. Acho que prefiro manter meu coração sossegado. Sossegado de dúvidas, devaneios, medos, incertezas, incoerências... Mas se ele precisa se acomodar na calmaria, que seja ao seu lado, enfim. Porque não!”
Só não entendo ainda: “porque eu queria que tudo entre vocês tivesse dado certo?”
Na certa, acho que esse fantasma te faria mais feliz do que eu. Ponto.
Mas que então, você seja infeliz ao meu lado, porque eu te quero!
quarta-feira, 15 de julho de 2009
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Ela tentava mais não conseguia dormir, um triste fardo que ela carregava em suas costas durante anos...
Na verdade ela sabia a formula ideal que a levaria ao sono profundo: Uma pequena dose de suas drogas legalizadas faria com que ela voasse pelo mundo dos sonhos em meio piscar de olhos. E o fluxo de pensamentos então... Algo que ela sempre gostou, nesse momento a atormentava de forma mordaz. Ela sentia falta do amor, do seu fluxo social antes constante e até mesmo da vida virtual que outrora era adepta. PRECISAVA DE PESSOAS AO REDOR, mas era cedo demais para encontrar alguém que ela realmente desejasse ver, Afinal não são muitas as pessoas que se pode encontrar às 4 horas da madrugada...
- Cama confortável, travesseiro confortável, cobertor quente, sono. Porque ainda assim não consigo dormir?
E no silencio inebriante, a cama nada respondeu.
E o que se podia fazer? Ela permaneceu na sua divagação noturna até que entrassem os primeiros raios de uma manhã cinzenta com suas tonalidades vibrantes.
Ao olhar na janela ela olhava as pessoas no seu labutar diário. A garotinha de tranças ruivas naturais, o que ela achava muito raro de se ver. O homem derrubando sua pasta atrasado certamente para o trabalho ou algo mais importante. A mãe que puxava sua filha de cachos dourados impacientemente... Ouvindo, compondo e decorando cada som que se misturava ao som dos pássaros, dos passos, do vento e por fim... Da porta. Cecília desperta de seu sonho distraído e se deita correndo em sua cama. Era sua mãe.
-Filha, Acordada à uma hora dessas?
Quando percebe a falta de resposta da filha ela abre a porta, pois quer ver se tudo está em ordem, e se tranqüiliza ao ver sua cria dormindo como um anjo padecido á mão direita de Deus.
Ao ouvir o som da porta se fechando, Cecília volta pra janela para continuar sonhando e dormindo da maneira que no momento, lhe era mais conveniente.
"Descartar ou não... Eis a questão..."
domingo, 14 de junho de 2009
Um brinde ao céu, um brinde ao inferno!
Brindemos a vida boêmia.
Brindemos a partida do que poderia ter sido e não foi.
Brindemos a vida dos desafortunados que mesmo tendo seus pés, não sabem aonde ir.
Brindemos aqueles moribundos que sofrem de amor, idealizando uma casa em alguém que não se pode morar.
Brindemos aqueles que não pensam sobre a vida, mas mesmo assim tem seu domínio nas mãos.
Brindemos o que há de feliz na vida e que cada minuto de felicidade se torne horas de realizações futuras
Brindemos aqueles que pensam sobre a vida e se permitem fazer do seu pensamento seu porto seguro, sua morada.
Brindemos a mulher vadia e a mulher mal-amada, que mesmo com tantos pesares choram, lutam, sofrem e conseguem a duras penas aquilo que querem.
Brindemos o ciúme, o desprazer, o desamor e o conformismo que caminham lado a lado conosco fazendo da nossa vida um circo, que acaba por torná-la mais densa e menos monótona.
Brindemos a monotonia que assola nossas almas fazendo com que nossa visão fique turva, discreta e tediosa.
E por fim, brindemos o que há de mais torpe e parvo na vida para que nossa condição de humano se torne cada vez mais leve.
Brindemos o qualquer e tomemos em um só gole tudo que nossa vaga existência pode nos proporcionar.
Um brinde ao céu, um brinde ao inferno!