segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Fechado Pra balanço...

Blog fechado temporariamente...

Ou por tempo indeterminado. Nunca se sabe...!!! xD

Até mais.. o//

Sem mais. me despeço!

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Apenas um recado...

Uma triste menina, que seu auge sublime não alcançou
Matou Seu amor próprio e logo após se matou
Agora é somente uma casa úmida e vazia
Mas com rancor
Ódio
raiva... Foi só isso que ficou
Vigia a minha vida como um cão a casa guarda
Faz do passado o seu quintal e também sua morada.

Medíocre como o TUDO, sozinha como o NADA
Ela caminha divaga, se perde na estrada
Acha-se a Vítima, o sinônimo da perfeição
Critica sua ex, pseudo-amada, mas aos seus pés, não chega não.

Então venha a mim, fênix!
Tente ressurgir das cinzas que te faço relembrar
Pegue As Horas Nuas. Agora pode se sentar.
Converse com Lygia Fagundes e ouça o que ela lhe dirá

Há quem diga que "as" de câncer são as melhores mulheres
Nada contra astrologia, pois câncer é quem me rege.
Mas conheci essa garota, que a quem compre não se conhece.
Ela é exceção da regra, Há canceriano que não preste.

Parou de brincar comigo sem ao menos tentar ganhar
Sem rumo, sem vida, sem blog, somente a Deus-dará.
Camuflou-se de indigente, agora não sei onde está
Como ressurgir das cinzas? Ela nunca saberá...

Para engrandecimento próprio ela poderia mudar
Tentar ser alguém melhor, deixar o passado. Se virar.
Eu torço por sua felicidade. Sem mentira, pode apostar!
Embora você não preste, boa sorte. Vá tentar...

Mas creio que não ocorra
Pois sua fraqueza mora em ti
Então somente lhe peço uma coisa:
Vá de reto. Fique longe de mim.

Não visite meu blog
Nem meu site de relacionamento
Se exclua da minha vida
E leve também seu tormento

Pode falar a vontade. Da minha pessoa?
Pode falar!
Pois cada vez que citares meu nome
O meu cabelo só crescerá!

Agora encerro meu recadinho
Com pena de ti, mais com muito "carinho"
Sinta minha faca em seu peito entrar
Vire suas costas, e então se vá.


Sem mais, me despeço!

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Sinto que é extraordinário o fato de possuirmos vida, e mais ainda o fato de não poder planejá-la em detalhes minuciosos. Às vezes o que você acha que será um dia normal acaba sendo aquela linha que determina o inferno astral que você viverá. Às vezes uma simples conversa se torna um vendaval, e com isso eu aprendi que as palavras ditas por nós são puras como flores de outono, mas elas se tornam um dos mais perigosos venenos quando passam pelo portal que delimita o "nós" do mundo. Não são as palavras que machucam mais sim o modo como elas são interpretadas. Hoje estou sentada, fazendo minhas acomodadas e tediosas tarefas diárias, mais não sei o que acontecerá comigo há exatos vinte minutos. Tenho preguiça de olhar ao meu redor e perceber que a vida transita frente aos meus olhos, Tenho preguiça de lutar por coisas que antigamente eu tomava como primordiais. Sinto-me parva por nadar contra corrente e ainda conseguir padecer no mesmo lugar. Rotina? Talvez. Qual a rotina da folha das Arvores? Quando presa ela se movimenta freneticamente para os lados que o vento escolhe e quando solta, ela voa sem rumo sendo beijada pela cinica brisa que a envolve. Me bebo, me tenho, me devoro a procura de sair da minha própria casca. Como uma leve borboleta em seu casulo, tão fascinante, tão vazia, tão bonita. Fascinante como somente o próprio fascínio pode ser, tão vazia como o eu em mim, Tão bonita como os lugares que freqüento em sonhos, e sei que nunca irei visitar.



Sem mais, me despeço.

domingo, 21 de setembro de 2008

Textos do passado. (1)

As coisa simplesmente acontecem
fatos que atrapalham minha mente
olho para tudo procurando você
Minha dependência me torna cada vez mais fraca
Sinto que minhas esperanças são em vão

Enquanto você sonha e dorme em paz
Eu peço para morrer
da morte mais lenta a mais violenta
Desculpe minha infamia
Mais você não sonha
Não tem sentimentos
Se tem os desconheço
Passam despercebidos diante meus olhos já cansados
Que querem se fechar pra sempre
Mais frustadamente se abrem
Olham com ternura e acreditam
Mais, outra vez, sempre

Sempre procuram respostas
respostas difíceis
respostas inalcançaveis
Somente respostas
POrque tú me abandonas
Porque me deixa em trevas e frio
Enquanto tú, padece em luz e calor
Porque me abandonas assim
Nem sempre
Mais sempre causando dor e sofrimento

Estou cansada de tentar
Cansada de trilhar caminhos sozinha
Pois esses difíceis caminhos
Só aparecem quando não estas comigo
Só aparecem quando estou mais frágil
ferida, amargurada, morta...
Somente por dentro
Pois meu corpo permanece intacto
Procuro todos os dias
Pela morte completa
Pela morte certeira
Pela morte eterna
Pois prefiro o comodismo a dor
Prefiro a morte ao sofrimento
Pois sou fraca e não consigo enfrentar
Os problemas, malditos problemas.
Benditos problemas
Paradoxo da vida
Força e cansaço unidos
Uma paixão mórbida
Letal
Fatal
Inalcancável.


(Escrito em 7 de Dezembro de 2007)


Sem mais, me despeço.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Grito Silêncioso...

Ao fortalecer-me perco a esperança de possuir-te. Releio, penso, ouço. Guardo atrás dos olhos lágrimas que por enquanto me recuso a deixar derramar. Calmaria e maledicência percorrem meu espírito e a vontade de ser forte ora enfraquecem ora fortalecem meu corpo cansado e decrépito. Mais para ser sincera ao certo não sei o que fazer. Facas entrando em meu peito. Minha mente conturbada não pensa em nada objetivo. Delíquio de idéias indescritíveis. Sentimentos e palavras mal colocadas. Não sei o que fazer nem o que dizer nem o que pensar. Na verdade nem o quero.

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

"As armas que tenho...

...Não são suficientes para que eu possa te ferir. Quem sabe um dia você não morra por uma delas?"

Teu silêncio me trás indiferença
Sua presença em partes me incomoda.
Mas porque é assim?
Não se torna sábio aquele que se cala?
Pois essa é minha arma mais fiel
O meu silêncio que entoa como um cântico lamurioso em seu apático sorriso.
Seu ar de deboche entra em meu peito como faca ácida
Machuca o meu ser que sente vontade de sufocar-te
Matar-te aos poucos de tão dolorosa forma
Que se sente a aspereza da morte no quente céu da boca
Tornar-se-á um ser
Que mais nada será
Na constante negação que é a vida
Aos poucos verei que sucumbirá.

"E eu me divertirei com isso"


Sem mais, me despeço"

sexta-feira, 18 de julho de 2008

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Vejo tudo que passa ao redor
Luzes, carros, pessoas, você e o seu olhar
Tudo tão fascinante que me transporta
A lugares inimagináveis de se pensar em conhecer
A
paz que transborda do seu sorriso
A brilho que saí dos seus olhos e ilumina minha alma
A paz inalcançável que só encontrei em você

Mas
ao mesmo tempo não entendo
O ódio, a cólera e o medo me dominam
Não sei ao certo o que pensar..
Nem como agir
Nem se devo agir
Mais se agir eu for, O que fazer?
Não se sabe...

Eu não sei...
Nem sei porque naquele local eu estarei
Esperando por você, por alguém
Esperando por mim, por momentos, devaneios, divagações
Que agora não fazem sentindo algum

Minha alma vazia procura respostas
Resposta de perguntas que nem fiz e nem sei quais são
Meu coração bate simplesmente como um órgão qualquer
Com artérias, carne, sangue
E frieza, e inércia
Bate maquinalmente
Como uma fábrica e suas imensas engrenagens
ou como um palhaço que anima festas somente pra pagar as contas no fim do mês

Sinto-me imersa no vazio
Que me consome
Que me domina
De uma forma completamente rápida e espontânea
Não tenho tempo para respirar
Nem para tomar fôlego
Temo me afogar em minha loucura

Não sei bem o que penso
Só lembro que penso
Penso que penso em você
Bebo você
Como você
Respiro você
Alimento minha loucura com você e em você
Choro por você
E simplesmente me perco em você

Amo
você
Tenho ódio de você
Sei que o mesmo sentes por mim
Amor, ódio, loucura, fixação
Tudo perdido em dois corpos
Perdidos no infinito
Que não sabem pra onde vão
E nem se uma dia chegarão



Bem... é somente o que sinto... não vejo sentido no que escrevi
Nem gostei do que escrevi
Mais é a vida... niguém é perfeito..^^

Sem mais, me despeço!

terça-feira, 10 de junho de 2008

E o que se pode fazer?

Ando sem rumo com os pés no chão frio da minha casa
Nada a se fazer, nada a se pensar em fazer
Visitas me acham, no ócio do meu lar
Saio, converso. Tudo muito banal
Tudo muito triste, tudo confortante demais
Acendo meu cigarro, vejo alguém que era parte de mim, Alí tão perto e tão longe..
Compro uns chicletes pra mastigar o vazio
Adentro minha casa e minha alma perdida
Deito em minha cama mascando meu inerte nada
O sono vem, então o grudo na parede, pois sei que não haverá ninguém para tirá-lo da minha boca enquanto durmo.


"...Bem, Como vai você?
Levo assim, calado de lado do que sonhei um dia
Como se a alegria, recolhesse a mão pra não me alcançar
Poderia imaginar que foi como um sonho
Ponho o meu sapato novo e vou passear
Sozinho, como der eu vou
Até a beira
Besteira qualquer, nem choro mais
Só leva a saudade "morena"
É tudo que vale a pena..."


(Los-hermanos, sapato novo)

Pararei de escrever para seu coração
Meus poemas e textos apaixonados pra ti, não tem valor algum
Celebrarei minha falta constante
Celebrarei minha não glória
Escreverei à mim mesma e para minha própria solidão

Sem mais, me despeço.

sábado, 7 de junho de 2008

...

A inércia incoerente dos fatos traz a tona desejos. extintos próprios, tão meus, tão seus...

Não sei dizer ao certo o que é bom pra mim, nem o que é bom pra você.

Morro por dentro a cada dia mais, meu corpo gélido me faz pensar em tudo que poderia ter sido, mais não foi. A cada instante que relembro do meu passado e presente, sinto a total vontade, sempre insistente de fugir de uma vida, fugir de pessoas, fugir de vontades, fugir de mim.
É pena que a vida não siga o sinuoso rumo que se é visto em histórias de cinema. Afinal, na minha concepção se tem um final feliz, é porque não chegou ao fim.

Só digo que mais nada tenho a dizer...


Sem mais, me despeço.

terça-feira, 20 de maio de 2008

"...Canções de amor se parecem porque não existe outro amor..."

Bem... Ao falar de amor falamos também de vários outros sentimentos e emoções diferentes que estão direta ou indiretamente ligados um ao outro...

Não obstante o fato de que algumas pessoas afirmem nunca terem amado ninguém. todos já amaram, sendo algo ou alguém. Sem exceções...


E como hoje eu estou me sentindo uma apaixonada incorrigível, nada melhor que colocar um texto que fale sobre amor.

Esse texto foi apresentado a mim hoje por uma amiga ^^ (Gaby marley pra ser mais exata)
E eu simplesmente adorei! Segue-se o texto...

"Elas entram na vida da gente e deixam sinais. Como a sonoridade do vento ao final da tarde. Como os ataques de guitarras e metais presentes em cada clarão da manhã.Olhe a pessoa que está ao seu lado e você vai descobrir, olhando no fundo, que há uma melodia brilhando no disco do olhar. Procure escutar. Pessoas foram compostas para serem ouvidas, sentidas, compreendidas e interpretadas. Para tocarem nossas vidas com a mesma força do instante em que foram criadas, para tocarem suas próprias vidas com toda essa magia de serem músicas. E de poderem alçar todos os vôos, de poderem vibrar em todas as notas, de poderem cumprir, afinal, todo o sentido que a elas foi dado pelo compositor.Pessoas são músicas. Está ouvindo? Pessoas têm que fazer sucesso. Mesmo que não estejam nas paradas. Mesmo que não toquem na rádio." ♥ (Gaby marley)


Blog da gaby...: http://treatyouright.blogspot.com/

Sem mais, me despeço!

sábado, 17 de maio de 2008

O triste colapso de uma escritora sem futuro...

Na verdade eu começei a escrever sim, algo pra postar. Algo com o "Amargo da língua" no meio...


Mais eu confesso que estou totalmente sem criatividade hoje. Só consigo lembrar da dor de cabeça incessante que não pára de me atormentar...Mas enfim...

Bem, não lhes darei o ar da graça (Ou não), de ler meus textos por hoje!!!

Até qualquer dia com algo mais. ^^

Sem mais, me despeço.

terça-feira, 6 de maio de 2008

Preciso de oxigênio, preciso ter amigos...

...Preciso ter dinheiro, preciso de carinho.


Precisar é algo totalmente relativo, pois toda sociedade precisa, todos precisam de determinadas coisas diferentes. Outros já precisam e não sabem nem pra quê nem porque precisam...

"Seu amor é aquilo que me faz retornar aos meus instintos mais profanos
Transcorre minha alma e meus olhos que correm. Escorrem pelos meus dedos, cansados, tomados pela fraqueza de contar as horas, minutos e segundos somente para ter-te, tocar-te e amar-te assim como faz o frio vento em sua morbidez mais solene, ao beijar a copa das árvores noturnas, escuras que juntas fazem imagem da mais perfeita dança sob a luz do luar. Entrego a minha alma a música noturna, que embala nossas danças e nossas noites de amor, embora em pensamento, tormento que me persegue e segue, somente pela falta de ti que me rouba o ar, a calmaria, a sanidade, e a devoção que agora é a ti entregue, com meu sangue e coração." (Eu amo vc...)

(Mais uma das besteiras q sempre escrevo. E como praticamente tudo que aqui postei, foi feito por mim...^^)


Aviso aos leitores= (Hahá, como se fossem muitos... xD) Depois de Muito tempo, criei vergonha na cara e resolvi fazer o coração do meu blog voltar a bater...
Bem... quando algo me vier em mente, novamente retornarei a postar....

(A escritora parou, a inspiração fugiu, mais ainda assim, o blog coexistiu ^^)

Sem mais, me despeço!